A BAHIA DE DIOGO ÁLVES CORRÊA

March 22, 2019

A situação dos judeus em Portugal também motivou o jovem Diogo Álves Corrêa, judeu nascido no Minho no ano de 1488, aos 22 anos, a laçar-se as novas terras.

Após seu navio ter naufragado próximo a baia de todos os santos onde toda tripulação sucumbira, Diogo vivera milagrosamente ao desastre sendo capturado por índios selvagens da Tribo dos Tupinambás que pretendiam sacrificá-lo em um possível ritual de antropofagia[canibalismo] muito costumeiro no Brasil.

Com pensamento rápido,Diogo disparou sua espingarda que salvara do naufrágio, aterrorizando toda a tribo que unissonamente gritou “caramurú, caramurú”, que significava “homem do fogo ou filho do trovão”.

Diogo foi então considerado uma entidade sobrenatural, subindo na consideração de todos de modo a superar o próprio chefe da tribo.

Casou-se, Diogo, com a índia Paraguassú, filha do Chefe Taparicá que mais tarde adotara o nome de Catarina.

Com a morte de seu sogro a autoridade de Diogo aumentou muito tornando-o soberano de todos os índios daquela região, fundando uma aldeia chamada Vila Velha que possuía trezentas casas e aproximadas mil pessoas.

Foi o núcleo pioneiro iniciado por Diogo Álvares Corrêa o que mais tarde viria a ser a Bahia.

Diogo Álvares Corrêa foi o pai heráldico dos baianos.

 

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